terça-feira, 7 de maio de 2013


Uma chama crepita inepta na gruta da alma plasmada no momento esperado da réplica, análise fria que autarca. A chama que fode, beija corrosiva a lógica, lambe o dente que rasga e vomita a fumaça que sobe. Nus a cavalo correm, a sensação e o signo; o sensível e o dizível, um no outro indignos, de pólvora rastilho para a faísca da eterna solidão.