Uma chama crepita inepta na gruta da alma plasmada no momento esperado
da réplica, análise fria que autarca. A chama que fode, beija corrosiva a
lógica, lambe o dente que rasga e vomita a fumaça que sobe. Nus a
cavalo correm, a sensação e o signo; o sensível e o dizível, um no outro
indignos, de pólvora rastilho para a faísca da eterna solidão.