segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Queimando quando a vida arde em paixões interessadas, caminhos de minhoca, túneis quentes peristaltando, jorrando adiante, a nós e a solução. Misturando no mundo os caminhos que tragam com os tragados, em tragos de fumaça e noite. A lua esfumaçada entre nuvens prateadas acoberta o ronco da tempestade porvir... Quando nunca se pensou numa brisa perene? Num flume suspenso que carrega longe e leva a brilhar o sol por toda via... O Horizonte bebendo em cascata contínua doce de gema de ovo com creme de clara em neve. Ó Jardim branco atravessado do rio-sol-céu, me flagro vermelho às tuas margens, posto aos poros, suspiro.