“A literatura [conforme a arte] aparece então como um empreendimento de saúde: não que o escritor [conforme o artista] tenha forçosamente uma saúde de ferro [...], mas ele goza de uma frágil saúde irresistível, que provem do fato de ter visto e ouvido coisas
demasiado grandes para ele,
fortes demais,
irrespiráveis, cuja passagem o
esgota, dando-lhe contudo
devires que uma robusta saúde dominante tornaria impossíveis. [...] Qual saúde bastaria para libertar a vida em toda parte onde esteja aprisionada pelo homem e no homem?”
arriscou Deleuze